Matérias

Do cinema real para o documentário de ficção

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Texto de Carlos Campos Tuesday, 03 August 2010 18:37

O cinema foi criado em 1895 pelos irmãos Lumière (Auguste e Louis), a partir do “cinetoscópio” (!) de Thomas Edson. Sua engenhoca, o cinematógrafo, foi utilizado pela primeira vez numa exibição em Paris, quando a platéia francesa – atônica – assistiu ao primeiro filme destes dois inventores: a chegada do trem na estação. Com estas imagens sendo projetadas numa tela grande, se inventava (conseqüentemente) não só o cinema como também o documentário. A princípio, tal empreendimento seria utilizado apenas para fins científicos, documentando diversas coisas do mundo e registrando seu movimento – uma abordagem sem adornos que ganhou o rótulo de “Naturalista”.

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Da magia aos pixels

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Texto de Carlos Campos Tuesday, 03 August 2010 18:33

O cinema surgiu sendo comparado com a magia, não só pela “mágica” exibida pelas histórias fantasiosas, mas pela própria engenhosidade em si – capaz de simular o movimento projetando imagens seqüenciais de 24 quadros por segundo. Contudo, o advento da TV deixou o cinema menos “mágico”, afinal, havia se tornado truque barato criar imagens em movimento. Porém, uma coisa persistia: a grandiosidade inerente dos longas-metragens. O tamanho da tela, o contraste, a cor, tudo parecia conspirar para a obtenção de uma imagem perfeita – apesar dos borrões ocasionais – nas telonas do cinema.

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A capacidade de julgar filmes

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Last Updated on Saturday, 24 July 2010 06:23 Texto de Wellybh Machado Friday, 23 July 2010 18:04

Ouvimos falar que os críticos de cinema são arrogantes. São orgulhosos excessivamente. Percebe-se vaidoso e proprietário de um conhecimento exclusivo. Alguns são e outro não. Muitas vezes temos deste servidor a imagem de alguém que não consegue fazer cinema e por isso tanto fala mal.

Mas o que acontece é que o crítico de cinema faz um trabalho solitário.

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